Andoooooo meio desligada,eu nem sinto meus pés no chão...lá lá lá
A música domina o cérebro, relaxa, intensifica o que não era ócio...
Historia de Ironia e piedade. Sentei na janela e comecei a filosofar a fase dos 30. Como ser uma pilateira de plantão, aos 30 anos.... Gente! Como a vida da gente muda, o corpo que se deita não é o mesmo que se levanta. Durmo de um jeito e acordo de outro. Sinapses para a conexão.
Passei a perceber pequenos esquecimentos, talvez a correria do dia a dia. Não dá pra ser fazer de cega quando você detecta um problema. Quero viver da maneira mais plena possível. Sabe quando o que é obvio se torna confuso? Por exemplo: você marca um encontro às 20h, mas não se recorda se era 20h ou 20h30? Estaciona o carro, mas não se lembra do andar? Estas coisas...
As chaves então... Hahaha! Quem foi que inventou esta merda, nunca sei onde estão! Pior é quando eu tenho certeza que roubaram meu carro, e nem me dei conta que sai pela outra porta da loja.
Medo!
Por estes dias, recebi um email, de autor desconhecido bem interessante que falava que a falta de uso, faz com que o nosso cérebro começe a se converter em gelatina. Equivocadamente, as pessoas confundem idade com a falta de memória. Muita gente confunde ficar com gaga, com alzaimer, que confunde com a falta de exercício cerebral, que confunde com stress...
Falta de uso é o nome que a neurociência deu a perda de memória de curto prazo. Justificou que os neurônios não morrem, mas se regeneram ou reduzem o numero de conexões entre si.
Isso é simples, basta entender um pouco de fisiologia pra relembrarmos que neurônios têm ramos, e estes ramos se chamam dentrinas. Essas queridinhas também se atrofiam, como qualquer músculo do nosso corpo, se não se conectam com freqüência, logo a habilidade do cérebro para receber novas informações é reduzida.
Como os estudos de Neurobiologia do Duke University Medical Center, que muito nos ajuda. A ciência é fantástica, remédios e vitaminas são desenvolvidos anualmente para falta de memória, mas tem coisas que não pertencem à ciência porque infelizmente não tem como aplicar as neurotrofinas. O alimento principal do cérebro depende apenas dele, e não é a fofoca! Rs!
Neurotrofinas são moléculas responsáveis por produzir e secretar as células nervosas e atuam como alimento para manterem-se saudáveis. Logo, quanto mais ativas as células do cérebro, mais quantidade de “neu” são produzidas, gerando milhões de conexões em distintas áreas do cérebro.
E eu como uma boa profissional, não posso ignorar que o cérebro também precisa se exercitar, bem que poderíamos pegar os neurônios e esticá-los, hipertrofiá-los, mas de fato podemos surpreendê-los, fazer com que saiam da rotina, apresentá-los novidades inesperadas e divertidas visando emoções distintas para o olfato, visão, tato, paladar e audição.
Isso fará com o cérebro se torne mais flexível, mais ágil e sua capacidade de memória aumenta. Eu trabalho, faço Pilates e mais mil coisas durante o dia, parece que minha mente é estimulada. Mas, não é! O cérebro também se condiciona a rotina. O caminho pro meu trabalho, horário de alimentação, mesma maneira com que começo a aula ou termino, faz com que eu e meu cérebro funcione automaticamente e isso faz com que eu gaste muito menos energia.
Como as experiências se tornam normais, não há produção de neurotrofinas. Buscando uma melhora pra minha vida, porque eu não quero mais ficar esquecendo o que eu almoçei ou aonde guardei tal livro, li que alguns exercícios ajudam na expansão de dentrinas e na produção de neurotrofinas.
1. Tente, pelos menos uma vez por semana, tomar uma ducha com os olhos fechados. Só com o tato, localizar as torneiras, ajustar a temperatura da água, pegar o sabonete, o shampoo ou creme de barbear, etc... Você vai ver que como as suas mãos notarão texturas que nunca haviam percebido.
2. Utilize a mão não dominante. Coma, escreva, abra a pasta, escove os dentes, abra a gaveta...
3. Leia em voz alta: distintos circuitos serão ativados, além dos que usa para ler em silêncio.
4. Troque suas rotas, passe por diferentes caminhos para ir ao trabalho ou para casa.
5. Modifique sua rotina. Faça coisas diferentes. Saia, conheça e fale com pessoas de diferente idades, trabalhos e ideologias. Experimente o inesperado. Use as escadas ao invés do elevador.
6. Troque a localização de algumas coisas. Saber onde tudo está, o cérebro já construiu um mapa. Mude, por exemplo: o recipiente de lixo de lugar, e você vai ver o número de vezes que vai atirá-lo no o antigo local.
7. Aprenda uma habilidade. Qualquer coisa; pode ser fotografia, culinária, yôga, estudar um novo idioma. Gaita! Adoro gaitas! Se você gosta de quebra-cabeças ou figuras, cubra um olho para perder a percepção de profundidade, de modo que o cérebro tenha que confiar e buscar outras rotas.
8. Identifique objetos. Como, coloque no carro uma xícara com várias moedas diferentes e tateie a mão para que, enquanto esteja parado em um semáforo, com os dedos trate de identificar cada uma.
Abra a mente. Não se conforme!
Pilates para o cérebro!
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Estou me divertindo mto lendo seu blog!
ResponderExcluirVc tem mto talento Maria.E este texto dos 30 então... me identifiquei mto!!!
bjão
Ge Gurak
Ge, linda!
ResponderExcluirMuito Obrigada!!!
Bju, Flor!